Do controle manual aos dados em tempo real: a transformação de uma operação sucroenergética

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Do controle manual aos dados em tempo real: a transformação de uma operação sucroenergética

Em operações de grande escala, como as do setor sucroenergético, eficiência não é apenas uma meta — é uma necessidade diária. Com frotas ativas durante toda a safra e uma logística intensa, o combustível deixa de ser apenas um insumo e passa a ser um dos pilares da operação.

Mas o que acontece quando esse controle não acompanha o ritmo da operação?

Foi exatamente esse o ponto de partida de uma grande operação sucroenergética no Brasil, que decidiu transformar a forma como gerenciava o abastecimento e o consumo de combustível, em parceria com a Gilbarco Veeder-Root.

Quando o controle manual deixa de dar conta

Antes da implementação das soluções, o cenário era comum a muitas operações do setor: processos manuais, baixa visibilidade e dificuldade em confiar totalmente nos dados.

Sem integração entre sistemas, o acompanhamento do consumo era limitado. Isso dificultava não apenas a identificação de possíveis desvios, mas também a tomada de decisões mais estratégicas. O risco não estava apenas nas perdas diretas, mas na falta de previsibilidade.

Em uma operação que funciona praticamente 24 horas durante a safra, qualquer ineficiência se multiplica rapidamente.

A decisão de transformar a operação

O ponto de virada veio com um entendimento claro: não seria possível ganhar eficiência sem automatizar e integrar o controle de combustível.

A solução adotada combinou diferentes tecnologias da Gilbarco Veeder-Root, incluindo sistemas de controle de abastecimento com identificação automática da frota, medição e monitoramento de tanques e um software de gestão integrado.

Mais do que implementar ferramentas isoladas, a proposta foi estruturar uma operação conectada, com dados centralizados e visibilidade em tempo real.

Implementar em operação: o desafio real

A transformação não aconteceu sem desafios.

A implementação foi realizada em paralelo à operação — inclusive durante períodos de safra. Isso significou lidar com limitações práticas, como a dificuldade de parar equipamentos, integrar os sistemas à nuvem interna e adaptar a operação a uma nova lógica de controle.

A resistência inicial era natural. Mudanças desse porte impactam diretamente a rotina das equipes.

Nesse processo, o suporte da Gilbarco Veeder-Root teve papel fundamental. Desde o início da implantação, a proximidade com as equipes técnicas e o acompanhamento contínuo ajudaram a superar barreiras, ajustar o sistema à realidade da operação e garantir a evolução do projeto ao longo do tempo. A transformação, na prática, envolveu tanto tecnologia quanto cultura.

O que mudou na prática

Com a operação integrada, os impactos começaram a aparecer de forma consistente.

Hoje, 100% dos abastecimentos passam por um sistema automatizado, garantindo rastreabilidade e controle sobre cada operação. Os dados são gerados e disponibilizados em tempo real, permitindo decisões mais rápidas e assertivas.

A confiabilidade das informações trouxe um novo nível de segurança, reduzindo significativamente o risco de desvios e garantindo que o combustível seja utilizado corretamente na operação.

Além disso, a integração dos dados possibilitou uma atuação mais preventiva, antecipando necessidades e aumentando a eficiência operacional como um todo.

O ganho não está apenas na redução de consumo, mas na capacidade de operar com mais controle, velocidade e segurança.

Parceria que evolui junto com a operação

Ao longo dessa jornada, um ponto ficou claro: transformar uma operação desse porte não depende apenas de tecnologia, mas de parceria.

A relação com a Gilbarco Veeder-Root evoluiu ao longo do tempo, com melhorias contínuas, ajustes e novas possibilidades sendo avaliadas para ampliar ainda mais o controle e a integração da operação. Mais do que um projeto pontual, trata-se de uma construção contínua.

Um movimento que já é realidade no setor

O que essa história mostra é um movimento cada vez mais presente no setor: operações que antes dependiam de controles manuais estão migrando para ambientes conectados, com dados em tempo real e decisões baseadas em informação confiável.

Para gestores de frotas e operações industriais, a mensagem é clara: automatizar não é apenas ganhar eficiência — é ganhar controle, previsibilidade e segurança. E, em um cenário onde cada litro conta, isso faz toda a diferença.

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