Quando o sistema de monitoramento não alerta, mas o prejuízo já começou

Proud to be Powered by Vontier. Sharing a united vision that is driven by innovation. Find out more

Banner Image

Quando o sistema de monitoramento não alerta, mas o prejuízo já começou

Todo gestor sabe que perdas operacionais fazem parte da rotina. Mas algumas delas não aparecem nos controles do dia a dia — pelo menos, não de imediato. É o caso da separação de fases, um fenômeno silencioso que afeta tanques que armazenam gasolina com etanol e que pode transformar um reservatório aparentemente normal em uma fonte constante de prejuízo financeiro, retrabalho e desgaste com o cliente.

Isso porque o impacto vai muito além do combustível descartado. Quando a contaminação avança, ela compromete filtros, bombas, tanques, tubulações e, principalmente, a confiança de quem abastece. E confiança perdida custa muito mais caro para recuperar do que qualquer volume de gasolina.

A separação de fases começa de um jeito quase imperceptível. Basta uma entrada de água no tanque — por condensação, infiltração ou falhas de vedação — para que parte desse volume se misture ao etanol presente na gasolina e forme uma nova fase: uma solução de água + etanol que altera a composição original do combustível sem deixar sinais aparentes. O gestor continua operando normalmente, mas o combustível já não está mais em condições ideais para abastecimento.

O problema é que essa fase intermediária não tem a mesma densidade da água pura, e por isso não é detectada pelas boias tradicionais. O sistema de monitoramento não envia alerta. O abastecimento continua. A contaminação avança. E os danos começam a aparecer onde dói mais: no caixa e na reputação.

Quando os primeiros sinais começam a surgir

Primeiro vêm os pequenos sinais: filtros saturados antes da hora, bombas trabalhando sob esforço, variações no fluxo de abastecimento e quedas de desempenho que exigem paradas mais frequentes. Nada disso costuma levantar suspeitas imediatas — mas já é o início do prejuízo.

Quando a fase água + etanol avança, surgem as ocorrências mais caras. A primeira delas é a perda de produto, já que a camada contaminada precisa ser removida — e, dependendo da gravidade, isso pode exigir a drenagem total do tanque. Depois, entra a maior dor da manutenção corretiva, que não se limita à troca de filtros: em muitos casos, envolve remoção completa do combustível, lavagem interna, secagem forçada, teste de estanqueidade, reposição do produto limpo e nova certificação de qualidade antes de liberar o abastecimento.

Dependendo do cenário, a operação pode enfrentar interdição temporária do tanque, exigindo reorganização da pista, remanejamento de estoque, ajustes na logística e até desvios no atendimento ao cliente. Cada hora de paralisação impacta diretamente o faturamento.

E, quando o problema chega ao consumidor, o custo cresce ainda mais. Reclamações por falhas no motor, irregularidades no funcionamento do veículo ou danos em sistemas de injeção podem gerar assistência técnica, indenizações e retrabalho da equipe — além do prejuízo intangível mais difícil de recuperar: a confiança do cliente.

A tecnologia que interrompe o ciclo de prejuízos

É exatamente para evitar esse ciclo de perdas que a boia de separação de fases da Gilbarco Veeder-Root foi desenvolvida. Trabalhando em conjunto com o sistema TLS e sonda MAG Plus, ela utiliza dois sensores diferentes: um identifica a presença de água pura; o outro detecta a fase água + etanol que caracteriza a separação de fases. Assim, o sistema reconhece o início da contaminação e emite alertas antes que o problema chegue às bombas ou comprometa o abastecimento.

É um investimento pequeno diante do potencial de prejuízos evitados. Ao oferecer detecção precoce, a tecnologia protege o estoque, preserva os equipamentos, reduz a necessidade de intervenções emergenciais e, principalmente, garante que o posto mantenha a confiança do consumidor — o que nenhuma ferramenta de gestão consegue recuperar com facilidade.<p/>

Porque combustível contaminado se resolve. Confiança perdida, não.

Quer proteger sua operação de perdas silenciosas?

Se você quer reduzir perdas e fortalecer a segurança operacional, a Gilbarco Veeder-Root oferece suporte técnico completo para integrar a boia de separação de fases aos sistemas TLS já instalados.

Com orientação especializada, sua operação evita custos inesperados e mantém a confiança do cliente — o ativo mais valioso do seu posto.